Autor: João Damas da Costa

  • Festa de Natal

    Todos os anos, há uma festa de Natal na minha escola. O tema deste ano foi a liberdade, pois falámos muito sobre o 25 de abril. Normalmente, em cada turma existem duas coreografias. As professoras ou dividem a turma entre meninos e meninas ou fazem duas coreografias distintas com todos os alunos. Como os alunos do 4º ano são finalistas, é tradição falarem também em palco sobre o tema, mas este ano até foi diferente, pois pelo menos um aluno de cada turma do 1º ciclo também comentou o tema.

    Para além das danças e das falas, a nossa professora de música e a professora de Inglês escolhem algumas músicas de Natal para cantarmos para as nossas famílias que são o público convidado para assistir à festa. Para além do nosso hino de João de Deus, este ano tivemos de saber de cor o hino Portugal completo e não apenas as estrofes que é habitual cantar-se.

    A professora de música também organizou uma festa de Natal do coro (que é uma atividade extracurricular onde aprendemos mais músicas do que a aula normal) e, este ano, como gosto muito de música, decidi inscrever-me e fui ao Gaia Shopping cantar! O professor de educação física, por sua vez, elaborou com os alunos do 4º ano a formação de pirâmides humanas, onde ficámos uns em cima dos outros: tive de levar com o peso de uma colega minha nas minhas costas, felizmente não era muito pesada!!!

    Este ano, a festa foi no dia 17 de dezembro, e como as coreografias são muito agitadas, saí da festa super-cansado e todo suado. Recebi um pão com queijo, uma maçã e um sumo de maçã como lanche. Os meus pais e as minhas avós adoraram o espectáculo!

  • Terapia da fala

    Uma coisa engraçada sobre mim é o facto de ter começado a falar muito tarde, aos 3 anos. Os meus pais até já estavam a ficar preocupados! Na escola, comecei a ter terapia da fala com a Andreia que, em poucos meses, me pôs a falar. Apesar de ter tido terapia durante dois anos, ainda hoje sou amigo dela e vejo-a algumas vezes na escola, onde ajuda outros meninos a falar corretamente.

    Deixo aqui um video que ela filmou para os meus pais em junho de 2019, quando tinha 4 anos.

  • O nosso livro da National Geograhic

    Quando tinha 6 anos, comecei a fazer a coleção ANIMAIS DO MUNDO da National Geographic. Durou mais de um ano a completar e eu adorava a surpresa de descobrir todas as semanas qual o animal que era tema do livro.

    Quando a coleção chegou ao fim, fiquei um pouco triste por não ter havido um dedicado ao meu animal favorito: o Glutão! Foi então que o meu pai me desafiou a fazermos juntos esse livro que não existia, inspirando-nos na estrutura do livros da coleção.

    Ele fez os desenhos enquanto eu pintei e pesquisei no Google curiosidades sobre este urso pequeno mas feroz. Aprendi imenso. Por exemplo: sabem o que é um mustelídeo? O engraçado é que também demorámos um ano a acabar o livro, mas acho que ficou bem fixe!

  • Cartaz sobre o Bullying

    Cartaz feito no Canva sobre o bullying. A ideia foi fazer uma comparação entre algo que toda a gente conhece (a poluição) e esta prática muito tóxica!

  • 25 x 25 em BD

    Para celebrar os 25 anos do 25 de Abril, eu e os meus pais fizemos uma BD que agora enfeita a parede da nossa sala.

  • A minha primeira composição

    O meu pai encontrou no computador um ficheiro com a transcrição da primeira composição que escrevi no 1.º ano!!!

    Os 3 dias de cocó

    Com andava com dores de barriga há vários dias, a minha avó Manuela que é médica achou melhor eu fazer umas análises num laboratório. Em três dias, eu tive de colocar o meu cocó num frasco pequeno e enviar para um médico (ele teve de usar 100 000 000… de máscaras). Quando o meu pai foi levar os frascos, ele disse-me que o carro ficou a cheirar muito mal e o meu pai teve de abrir as janelas. Depois, quando chegou ao médico, ele examinou e enviou uma mensagem a dizer que o cocó não tinha nenhuma bactéria. Fiquei muito feliz porque não tinha nenhuma bactéria. Eu gosto de ciências, mas quando for adulto não quero trabalhar num desses laboratórios malcheirosos cheios de cocó.