• Terapia da fala

    Uma coisa engraçada sobre mim é o facto de ter começado a falar muito tarde, aos 3 anos. Os meus pais até já estavam a ficar preocupados! Na escola, comecei a ter terapia da fala com a Andreia que, em poucos meses, me pôs a falar. Apesar de ter tido terapia durante dois anos, ainda hoje sou amigo dela e vejo-a algumas vezes na escola, onde ajuda outros meninos a falar corretamente.

    Deixo aqui um video que ela filmou para os meus pais em junho de 2019, quando tinha 4 anos.

  • O nosso livro da National Geograhic

    Quando tinha 6 anos, comecei a fazer a coleção ANIMAIS DO MUNDO da National Geographic. Durou mais de um ano a completar e eu adorava a surpresa de descobrir todas as semanas qual o animal que era tema do livro.

    Quando a coleção chegou ao fim, fiquei um pouco triste por não ter havido um dedicado ao meu animal favorito: o Glutão! Foi então que o meu pai me desafiou a fazermos juntos esse livro que não existia, inspirando-nos na estrutura do livros da coleção.

    Ele fez os desenhos enquanto eu pintei e pesquisei no Google curiosidades sobre este urso pequeno mas feroz. Aprendi imenso. Por exemplo: sabem o que é um mustelídeo? O engraçado é que também demorámos um ano a acabar o livro, mas acho que ficou bem fixe!

  • Cartaz sobre o Bullying

    Cartaz feito no Canva sobre o bullying. A ideia foi fazer uma comparação entre algo que toda a gente conhece (a poluição) e esta prática muito tóxica!

  • 25 x 25 em BD

    Para celebrar os 25 anos do 25 de Abril, eu e os meus pais fizemos uma BD que agora enfeita a parede da nossa sala.

  • A minha primeira composição

    O meu pai encontrou no computador um ficheiro com a transcrição da primeira composição que escrevi no 1.º ano!!!

    Os 3 dias de cocó

    Com andava com dores de barriga há vários dias, a minha avó Manuela que é médica achou melhor eu fazer umas análises num laboratório. Em três dias, eu tive de colocar o meu cocó num frasco pequeno e enviar para um médico (ele teve de usar 100 000 000… de máscaras). Quando o meu pai foi levar os frascos, ele disse-me que o carro ficou a cheirar muito mal e o meu pai teve de abrir as janelas. Depois, quando chegou ao médico, ele examinou e enviou uma mensagem a dizer que o cocó não tinha nenhuma bactéria. Fiquei muito feliz porque não tinha nenhuma bactéria. Eu gosto de ciências, mas quando for adulto não quero trabalhar num desses laboratórios malcheirosos cheios de cocó.